1 thought on “Bancas de Revistas – A ´internet´dos 80´s

  1. Caro, Marco.

    Passei boa parte da minha infância e pré-adolescência em bancas de revistas. A primeira banca que passei a frequentar lá pelos 4 ou 5 anos de idade, foi uma que havia em frente ao Supermercados C.O. na Raiz, av. Tefé.

    Não sei se você conhece a mídia chamada Podcast, mas neste teve um episódio inteiro dedicado a este saudoso universo das bancas de revista: http://spamcast.com.br/2014/04/spamcast-008-desbancando-bancas/

    Inclusive, vou reproduzir aqui parte de um comentário que fiz na página do post:

    “Na fábrica onde meu pai trabalhava, havia uma banca. E ele
    trazia todo mês dois ou três exemplares. Todas as edições que ganhei ou comprei
    estão hoje em poder do meu irmão, muito bem guardadas.

    Enquanto outras crianças da minha idade enchiam o saco da
    mãe pedindo doces ou brinquedos, eu pedia gibis. Era uma tensão, pelo menos pra
    minha mãe, quando passávamos em frente a uma banca.

    Comprei gibis até a adolescência, depois disso comprei esporadicamente
    somente aquelas edições que vinham com mais páginas. No caso da turma da Mônica
    a “Coleção Um Tema Só” e da Disney, a “Disney Especial/Superspecial”.

    Voltei a comprar a um certo tempo, nos sebos edições mais
    antigas. De vez em quando entro em um pra ver se acho uma preciosidade. Falando
    nisso, foi num sebo, há 6 anos, que comprei só pelo prazer da vitória, um
    exemplar da Mônica 30 anos. Lembro que na época, era muito caro. O fator
    inflação perfeitamente explicado no cast, foi um grande influenciador. Foi uma
    derrota não poder ter aquele exemplar.

    Até que um dia, em um sebo aqui de Maringá, eu vi brilhando,
    olhando pra mim. Não paguei caro. Desfrutei cada página daquele gibizão por um
    mês. Depois, despachei pelo correio para o meu irmão em Manaus onde ela está
    muito bem guardada.

    Em meados de 96 e 97, apaixonado por futebol, passei a
    adquirir a Revista Placar. Mas os gibis sempre foram os meus
    preferidos.

    Pra encerrar esse longo depoimento, reforço a informação de
    gibis de personagens da TV e da música que eram mesmo uma febre tanto da
    editora Globo, quando da Abril. Além dos que vocês citaram, como o do Faustão
    (eu tive um exemplar), lembro do Leandro e Leonardo, Sergio Malandro, Chaves e
    Chapolin, Gugu, Fofão…”

    Fica a minha indicação, para que você ouça este episódio.

    Abraço.

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