De todas as atividades onde adentrei, foi a que mais gostei: ser um músico de uma banda de rock.

Desde meu último show com banda, em 2001, saí de cena (meu CD solo de 2007 não conta, pois não caí na estrada, só realizei uma fixação antiga).

E desde lá sempre evitei assistir a shows de rock, sabia que podia lembrar minha frustração em não mais estar atuando no meio. Recusei ao menos três convites de “revivals” com colegas de bandas antigas. Não era frescura, é que eu sabia que ia entrar em síndrome de abstinência roqueira, então, me mantive fora.

Desde fim de 2008 quero voltar a tocar rock. A ensaiar madrugada adentro. É uma diversão, uma válvula de escape pelo estresse e, de quebra – mas não menos importante – um fonte de renda.

Criei a banda, mas nunca a formei. Era uma banda inexistente com um integrante só, ao menos por enquanto. Eu sabia que um dia ela sairia do papel, do computador, do pensamento.

O tempo chegou.

Desde início de 2015, a banda for formada. Em meio virtual.

Já nos encontramos ao vivo, para fundar as bases de trabalho.

Começaremos a ensaiar agora.

Não demos a primeira nota, mas já estou feliz.

Até minhas aulas melhoraram.

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