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Por que ministro aula com microfone “headset”?

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Tudo começou após início de 2018.

Em uma das faculdades e que ministro aula, alguém teve a brilhante ideia de transformar as aulas em três horas contínuas, sem intervalo (isso mesmo: três horas contínuas… sem intervalo!).

Quanto ao que acho dessa talentosa decisão escrevo em outro post, por agora, fico na questão prática: havia dias em que tinha essas aulas malucas de três horas o dia inteiro, manhã-tarde-noite.

Li em uma das biografias de Silvio Santos que sua grande preocupação, quando apresentava seus programas domingos de 11 eras, era exatamente sua voz.

Era minha vez de me preocupar com isso. Antes que eu começasse a atentar contra minha garganta, melhor começar a falar mais baixo e, para ser ouvido como sempre, agora ando para cima e para baixo com uma caixa de som de umas dezenas de watts.

Sabemos que quando não entendemos o que nos é dito verbalmente, tendemos a ficar irritados com que fala. Penso que em qualquer plateia é direito do integrante ouvir som claro, não importa onde esteja sentado no local, por via reflexa, o microfone headset ajuda nesse particular também.

E porque um headset (microfone de cabeça)? Por que não um simples microfone de mão? Porque microfone e mão diminui o desempenho, já que “perdemos” uma das mãos para que fiquemos segurando microfone, e ainda se precisa ficar o tempo todo mantendo a distância contínua da boca, para que não haja picos e vales no volume do som.

Se achava que era questão de performance, agora sabem que não é.

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