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“Consorte”, a palavra salvadora!

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Relações “Eros” (afeição+desejo+convivência) possui um problema grave: como se apresentar perante a sociedade? Qual é o rótulo.
Convenhamos que existe uma escala: peguete, rolo, ficante, namorada, esposa, passando pela noiva e convivente.
Rotular o tipo de ligação com a pessoa com que você partilha a vida possui até efeitos jurídicos, já que união estável, embora não tenha formalidade nem precise documento, possui regime de bens.
Além disso, é algo a se decidir a dois, um não pode dizer que está namorando a moça e ala dizer que está só “ficando” com ele.


Eis então a dúvida: O que ela é para mim? E o que somos publicamente para o outro?
O que ela é para você eu não posso te ajudar, só você mesmo pode descobrir (existe caso que nem nós mesmo sabemos; só sabemos que estamos “saindo com ela”, o que é… sabe-se la!), mas como se rotular para os outros eu posso explica: use a palavra “Consorte.
“Ela é minha consorte!” – Pronto!
Fica bonito, deixa claro que existe uma ligação afetiva entre os dois e não gera comprometimento legal algum e, o melhor, ela não vai ficar chateada, porque a(c) consorte pode ser desde a peguete até a esposa e, o melhor, sem gerar constrangimento ou deselegância.
E, convenhamos, a palavra é bonita: “Consorte”
Não é à toa que o antigo termo “Primeira Dama”, usada até em ambiente diplomático, está sendo substituída para “Consorte”, até com a vantagem de ser unissex (Sei que existe termo “Primeiro Cavalheiro”, mas nunca o li ou ouvi).
Então, a dica está dada: quando lhe perguntarem o que ela é para você, diga que ela é sua Consorte!

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