São uma solução ou um estorvo.

É como a faca, que pode ser usada para cortar o alimento ou provocar um golpe em alguém: os grupos do WhatsApp.

Quando você vê… já foi adicionado (devo estar em uns doze); eis o início da solução, ou mais um problema.

O problema, amigo, é que o grupo começa temático e centradinho no objetivo.  Depois, começa o desvio de foco, e logo o grupo vira valhacouto de piadas, correntes, orações, votos, e todo raio que o parta de coisas.
Pior é que, no meio das leseiras, haverá informações úteis, quiçá imprescindíveis, o que força a pobre vítima a LER todas as mensagens, filtrando o que for útil. Então, a questão não é o “grupo”, mas o que fazem dele e nele.

Desocupados e maniacos adoram, mas quem usa celular como meio e não como fim, acha um inferno.
Aliás, apenas o primeiro inferno, pois agora vem o segundo: como conseguir sair da santa porcaria sem parecer antipático? Será julgado por querer sair, quando sair e depois de sair.

Existe solução? Sim! Basta ficar claro para os fundadores e integrantes posteriores do grupo a finalidade da congregação: é para tratar de assuntos gerais, como uma mesa de bar, ou só para assunto específico do objetivo do grupo? Se for para assuntos gerais, tudo bem, entra quem quer e permanece quem acha que deva; mas, se for para assuntos profissionais, técnicos e centrados na atividade do grupo, penso que qualquer postagem off-topic, até qualquer “bom dia” bem intencionado, deve ser mantido distante de postagem, para o bem dos integrantes.
E assim caminha a humanidade. Esperemos a nova tecnologia de comunicação; e que seja menos chata.

ppaw

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