… para os operadores do Direito, pois aqui temos que segurar nosso preconceito.

Nós juristas sabemos que usufruto, como o conhecemos originalmente, é um direito real sobre coisa alheia, o “Direito Real de Usufruto”, e sempre que um leigo usa a palavra “usufruto” para querer dizer simplemente “usar” algo, nossa reação é desde querer corrigir até rir por dentro.

Estamos errados.

A razão é simples:

No caso do direito real de “Uso”, e “Habitação”, não vemos problema algum em usar taus palavras (uso e habitação) com dois sentidos muito claro para cada uma: o coloqeial e o técnico.

Por que para a palavra “usufruto” insistimos em pensar diferente? Precisamos nos acostumar ao fato que “usufruto” pode ser apenas uma palavra mais bonita ou rebuscada para, na linguagem leiga, se falar “utilizar”.

É isso.

prgg

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