Ministro aula em graduação, pós-graduação e em cursos preparatórios (“cursinho”).

Até no nome coloquial, “cursinho”, o termo já tem uma carga de menosprezo, de algo com importância menor. É bem verdade que ele não é essencial.

Mas EU recomendo que se estude em algum curso preparatório no final do curso da faculdade, pelos seguintes seis motivos:

1 – Inter-relacionar os conteúdos – Aquilo tudo que foi aprendido de forma estaque na faculdade tem aqui a oportunidade de ser “unificado”, fazendo (digo, tentando fazer) valer a máxima de que “O direito é algo uno e indivisível”;

2 – Abrir o conhecimento para a jurisprudência – Já que a ênfase na graduação é dado na lei e na doutrina (não necessariamente nessa ordem, a depender da disciplina ministrada);

3 – Lembrar as coisas básicas – que, sabemos, foram sendo esquecidas em nome dos novos e complexos assuntos que foram sendo acrescentados ao longo do curso;

4 – Atualizar os conhecimento – Acredite, no que toca ao direito, as coisas podem não estar como estavam no início – ou até no meio 0 da faculdade;

5 – Entrar no “clima” do estudo – Se você já esteve em algum curso preparatório para alguma coisa, você sabe que ver todo mundo em volta focado estudando tem um “efeito associação” quase mágico, seja por querer estar “integrado”, seja pelo medo de ficar “pra trás”, mas se passa a estudar mais e mais até sem perceber;

6 – Aprender o assunto da faculdade, mas em “timing” diferente – Existem assuntos que são melhores aprendidos se explicados de uma vez e com macetes. Pode parecer estranho, mas tal método não se coaduna com o formato atual dos cursos de graduação, onde temos que empreender chamada, testes, avaliações, relatórios, lançamentos, e outro monte de “mirabolâncias pedagógicas” que, na verdade, atrapalham o núcleo de tudo: eu ensinar e meu aluno aprender. No cursinho, tal comunicação mais objetiva acontece.

Deixo claro que não tenho ou sou patrocinado por cursinho algum; e espero ter convencido você.

bks

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