Hoje, “Dia do Trabalho”, falo sobre descanso.

Um descanso rápido, chamado “intervalo”.

E falo sobre o MEU intervalo. Ontervalo entre um tempo de aula e outro.

Que nunca mais tive.

É que, sempre que saio de sala, algum consulente gruda em mim. Não,  não é aluno tirando duvida sobre a aula (se fosse, já seria incômodo, já que pergunto várias e várias vezes, na sala, se há algima dúvida), é algo realmente ruim: seres que trazem consultas particulares para o “advogado gratuito” resolver.

Acredite, é uma pequena maldição, já que são naqueles escassos e corridos minutos de intervalo que eu:

– Renovo as forças para o próximo tempo de aula

– Faço o último esquema mental para a próxima aula; e

– Entro no “espírito” do próximo assunto (já que são disciplina s diferentes.

 

Ou seja: apesar do meu sorriso simpático, você está incomodando.

Pergunte-me por e-mail, aqui no blog, em rede social.

Pense: Você acordaria um operário descansando no seu intervalo?

chato1

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