O FaceBook veio nos mostrar que a língua escrita não é tão irrelevante quanto nós queríamos que fosse. A escrita escorreita é necessária à credibilidade da mensagem; é só imaginar o que você pensa quando a mensagem é perfeita, tocante, etc, mas possui erro de português primário, feio, daqueles que nos geram careta mesmo: rapidamente damos menos importância ao conteúdo que acabamos de ler e passamos a focar naquele erro.

Demorei, mas hoje percebo que, no que toca à linguagem escrita, a forma é tão importante quanto o conteúdo (o que não ocorre, em absoluto, na linguagem oral).

Tempos desses estava imaginando o quanto minha atividade profissional, lúdica ou artística depende da escrita (basta dizer que, só aqui no EvangeBlog, já se vão mais de 700 posts, e livros já escrevi doze!), quando me veio o insight: “Marco, o que você está esperando para se aperfeiçoar na sua ferramenta de comunicação?”.

Não deu outra: decidi cursar Letras.

Essa decisão já veio tarde, mormente que nesse ano eu completo 10 anos de magistério e (devia nem confessar, mas blogueiro tem meio que alma livre) já cometi umas gafes graves quanto ao vernáculo, enquanto ministrava aula.

Não se trata de uma faculdade (mais uma!) para realização pessoal não, é uma necessidade instrumental mesmo!

Nunca é tarde para se tomar vergonha na cara, portanto.

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