Há uns seis meses houve um temporal que parou a cidade (normalmente param, mas esse foi pior, pois foi por volta de 22 horas, quarta hora do rush), ao passar pela Rua Teresina, vi uma das clássicas árvores dessa rua com seus galhos no chão, quase tombando, pensei logo “essas árvores estão no inconsciente coletivo de pelo menos três gerações de estudantes do Ida Nelson, um dia preciso postar suas fotos, antes que algum doido, ou a natureza, resolva eliminá-las”.

Hoje, voltando da Corrida Santo Remédio, parei o carro e empreendi à meta.

Bem, essas árvores parecem saídas diretamente de algum filme de terror, daqueles tipo “A morte do Demônio” (elas parecem se mover mesmo, como nesse filme), “Sexta Feira 13” ou “Massacre da Serra Elétrica”. São realmente sinistras!

Nós que estávamos acostumados a passar pela Teresina a pé no horário de entrada ou saída da aula no Ida Nelson, às conhecemos bem, se a víssemos em qualquer lugar que lá não fosse, acharíamos que as tiraram do local original.

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Já foram bem mais frondosas, vivas, co mmais galhos e folhas, o que me dá a impressão que estão ficando idosas – ou seja: ainda mais sinistras.

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O formato dessas árvores é incomum, e por ficarem perto de um colégio que contém já algumas lendas urbanas internas [Leia AQUI, AQUI, AQUI e AQUI], às tornam coadjuvantes do cenário místico-assustador.

Uma colega maluca que eu tinha me disse, em 1988, que o formato incomum daquelas árvores é porque estavam localizadas ao lado da Escola de Enfermagem, e os experimentos químicos malucos que deviam rolar naquele prédio (dispensados no lençol freático) pode tê-las deixado assim – bem, se imaginarmos que não estão tão longe assim de um Cemitério, seriam elas resultado de algo sobrenatural decorrente da proximidade?

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Lembro de certa vez ver um colega (esperando os pais?) sentado em cima desse galho aí, como ele subiu, eu não sei, pois o tronco parece ser bem escorregadio.

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Eu não sei se essas árvores são nativas pré-bairro ou se foram plantadas quando abriram as ruas; um dia espero ver fotos bem mais antigas delas, pra saber se mudaram muito.

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Esse era o caminho pelo qual passávamos ao lado dessas árvores – nunca passei, nem quero, passar nesse caminho à noite, devem ficar ainda menos amigáveis essas árvores!

 

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