Um dos poemas temáticos que escrevo quando inexiste absolutamente coisa mais interessante para fazer:

A Aluna

 

Entre a lousa e o livro havia

Um par olhos verdes brilhantes

Naquela aula noturna tardia

Diziam “sim”, os amantes

 

Entre olhares, sorrisos, bandeiras

Em meio a encontros furtivos

Algumas cantadas certeiras

E desejos já incontidos

 

Lá estava aquela aluna

Na segunda fila, segunda cadeira

Do mestre já seria a uma

A única, a mais, a primeira

 

E não pergunte se sim ou se não

Existem dúvidas não permitidas

Tudo acontece sem teto e sem chão

Se o universo ao amor convida

 

E quatro anos depois do “Oi”

O início de tudo começa

O “Professor e Aluna” assim foi

Duas metades de uma só peça

 

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