Desde 2009 o Facebook enterrou o Orkut e não deixou prosperar qualquer outra rede social. Era uma espécie de mural rolante coletivo. De forma recorrente, o que mais víamos era:

Mulheres reclamando que se importam com suas vida.

Fotos de filhos (algumas que, quando os filhos crescerem farão pais serem odiados)

Blogueiros linkando seus posts (eu faço isso)

Pessoas falando das divindades em que acreditam.

Indiretas diretas “pós-PNB”

O ocorrido naquele exato momento.

“Bom dia pra você que…”

Recados para o pai do filho da que digitou o recado (é a última tentativa antes de se dirigir à Defensoria)

Algum instantâneos do lugar de trabalho.

Foto “mamãe, eu tenho imagem bonita na foto na foto”

Filosofia profunda “leia isto!” (do conteúdo interessante à leseira, passando por bizarrices)

Propaganda da pessoa que gosta (que geralmente acaba involuntariamente depreciada)

Dizem exatamente o que são e pensam, através de memes

 

Já estamos em 2013, e ainda não se sabe qual será a próxima onda em questão de Redes Sociais. Se será alguma nova ou alguma já existente que, “do nada” irá pegar no Brasil, Até lá, o FB tem sido o microcosmo da sociedade informatizada.

fbcl

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