Ao menos em testes e provas, é essa a regra mesmo: escrever pouco, com isso você mostra que sabe e não precisa enrolar para dissuadir sua eventual ignorância sobre o que escreve.

Na verdade, qualquer um pode escrever muito; é um veículo (sonífero) para não dizer coisa alguma, desviar a atenção de quem lê, mostrar um conhecimento inexistente e preencher espaço no papel.

Costumo dizer que até um cachorro, desde que bem treinado e alfabetizado, consegue escrever muito.

Mas escrever pouco, direto e objetivamente, é para poucos.

E sãos esses poucos que ganham minha atenção quando os leio.

Assim, em qualquer prova ou teste que eu aplique, faça um favor para nós dois: escreva pouco, três linhas, no máximo! Se conseguir responder em uma linha, bingo! Imagine a diferença que isso me faz quando se tem mais de 800 provas e testes para corrigir de cada vez!

É bem verdade que EU gosto assim, tem professor que, eu sei, gosta é que se escreva muito mesmo. Em uma das faculdades que eu cursei havia um professor que, por mais que se escrevesse na prova, ele sempre tascava “Falta conteúdo” na correção, era como se tivesse um carimbo naquela caneta.

Como eu sempre digo: cada professor tem sua “frescura” única (descubra a de cada professor seu); essa é a minha: gostar de ler respostas curtas.

Objetivo, direto, e sem enrolar, ok? - Valeu!
Objetivo, direto, e sem enrolar, ok? – Valeu!

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