Não cobro presença de aluno algum. Já está lá bem claro no contrato a presença mínima para não ser reprovado por falta.

Mas eu sou absolutamente complacente com faltas (nem posso escrever o quanto aqui, senão será prova contra mim mesmo a ser usada por algum(a) chefe(a) ), mas o fato é que, nesses já caminhando para dez anos de magistério, só reprovou por falta comigo quem NUNCA foi pra aula e não fez provas.

Como sempre digo em sala, três palavras justificam qualquer falta: Família, trabalho, saúde.

Assim, entendo perfeitamente qualquer falta por qualquer desses motivos, simples.

Mas, o papo é bem reto: Se você faltou, cuide para saber tudo o que houve na sua ausência!

O aviso que foi dado, a matéria que foi ministrada,o teste que foi aplicado… qualquer – qualquer – coisa que tenha acontecido, é sua única responsabilidade saber o que houve, de ninguém mais!

Por exemplo, eu costumo entregas testes e trabalhos logo depois de realizados, e os dos ausentes eu entrego ao representante ou quem as vezes fizer.

O faltoso às vezes me procura para dizer que não recebeu, sempre respondo: “lamento”.

Não se trata de provar se foi ou não entregue se alguém pegou ou não, é tão somente o risco assumido por quem falta, apenas isso.

Quando cursei faculdade de direito era meio turista, mas sempre tinha um colega ou um colega de confiança que me passava todo o “plá” da aula perdida – então, eu faltava, mas jamais torrei paciência de qualquer professor meu por causa da MINHA falta.

É isso.

“Professor, eu faltei na última aula e…”

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