Por pequenos detalhes podemos concuir o todo, na maioria das vezes. Cito dois exemplos onde isso foi aplicado na prática:

Primeiro exemplo:
Sempre que o Van Hallen, a banda, ia fazer um show, faziam constar em contrato a cláusula de que, no camarim, deveria ter uma tigelinha de MMs (aquelas jujubas)… E não podia haver MMs vermelhos! Quando a banda encontrava algum MM vermelho, era sinal de que o contrato não fora inteiramente lido ou seguido,e que já poderiam esperar outros descumprimentos do contratante.

Segundo exemplo:
A apresentadora Consuelo Nunes tinha um programa onde ela abordava alguem em um shopping e oferecia uma viagem, se a pessoa topasse, viajaria dali mesmo. Consuleno contou (entrevista dada a Norma Araújo) que o critério de escolha era estar bem calçado; como, na ótica da produção, ser cuidadoso quanto à escolha do calçado revelava uma série de outras boas qualidades, escolhiam o premiado pelo que calçava.

Bem, eu também tenho meu critério de aferição de qualidades:

Se alguém se deixa ser visto por mim com cópia (xerox) integral do meu livro, ainda que eu não admita nem pra mim, já formei meu conjunto de avaliações negativas sobre essa pessoa e, em qualquer momento, lugar, circustância e possibilidade de legal e livre decisão minha, não escolheria, favoreceria ou recomendaria essa pessoa para nada,em nada e para ninguém.

Esses pensamentos são mais fortes que eu. Acontece com mais algum autor, ou só comigo?

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