Imagine alguém chamado “Xirlésio”.

Xirlésio, que tem uma procuração para agir em seu nome, faz tudo errado e fora do que você o contratou e instruiu;

Xirlésio, que é gestor do seu dinheiro, mas furta uma parte para ele, distribui outra parte entre amigos, e nem lhe presta conta – quando o faz, mente;

Xirlésio, que tem poderes para indicar pessoas competentes para ajudá-lo a gerir o SEU negócio, distribui cargos engtre seus amigos, ou em troca de algo para ele, sem trazer a voc6equalquer benefício;

Xirlésio enganou e iludiu pobres cabeças-vazias que, assim como você, talvez, o escolheram em troca de algum presente ou promessa direta;

Xirlésio fala bem, é agradável, e tais características são sua arma de manutenção na posição de se dar bem, afinal, você paga para isso;

Xirlésio ainda tem a cara de querer voltar à sua posição, para continuar nas falcatruas, afinal, VOCÊ assim o permite.

Xirlésio não sairá da privilegiada colocação, pois quem podem tirá-lo (você sozinho não pode), também são tão pilantras quanto ele – gerando uma rede de autoproteção;

Xirlésio ri de você, que o paga, é sua vítima e ainda o endeusa, lhe paparica, elogia… e ainda gosta dele!

Desnecessário enquadrar a parábola na realidade,

reflitamos.

 

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