Sempre achei o termo “contabilista” mais simpático do que “contador”. “Contabilista” é o gênero profissional do qual são espécies o contador e o técnico em contabilidade.

Até a década de 2000, o Sólon de Lucena , o colégio, tinha fama de formar técnicos em contabilidade melhor do que muitos contadores formados pela UFAM.

Quando cursei contablilidade, entre 2001 e 204, os melhores alunos eram técnicos em contabilidade.

Aí o Conselho resolveu inovar e simplesmente não mais registrar técnicos, e em algum tempo acabar com toda essa classe, deixando apenas existente os contadores.

Amo contabilidade, mas devo dizer que é uma atividade e profissão ingrata. Se precisa saber muito, se gasta muito neurônio e se é mal pago e mal visto; uma pena. Por isso nem segui na profissão, mesmo tendo feito até Exame de Suficiência que, na minha época, era condição para se tirar o registro.

Uma outra aura negativa que paira sobre a contabilidade é que e uma atividade voltada para trás, para o passado, já que tem a finalidade de registrar; isso faz com que seja negligenciada como ferramenta para decisões fuuras.

E alguns empresários ainda veem os contadores como um mal necessário, alguém que calcula e preenche os boletos dos tributos.

Uma pena.

De qualquer forma, meu coração é o de contador, não é a toa que passei em dois concursos para contadores, em primeiro lugar em cada um.

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