• Foi a mais difícil das que participei!
  • De todos os percursos, esse foi o mais complicado dos últimos quatro anos (2009 – Ponta Negra; 2010 – Avenida das Torres; 2011 – Avenida Rodrigo Otávio; 2012 – Cachoeirinha).
  • Tínhamos que ficar em estado de atenção (e tensão) constante, pois passamos por uns quinze cruzamentos, alguns com semáfaros, alguns não e, pior: alguns sem sequer agente de trânsito, o que nos forçava a nunca correr sozinho, tendo sempre que apressar ou alentar o passo, para ficar com algum grupo; era a única garantia de que os carros pararíam para nos dar passagem;
  • Foi a primeira Archer Pinto que não encontrei o Dudu Monteiro de Paula. Ele sempre esteve apresentande e narrando (2009 e 2010) ou correndo (2011); esse ano devia estar correndo , mas não o encontrei, uma pena, pois ele é um dos símbolos vivos dessa corrida;
  • Ao contrário do ano passado, Ela não participou;
  • Eu já iniciei a prova com o músuculo meio desgastado, já que ontem, às cinco da tarde, participei da Corrida Por do Sol (10km), na Ponte Rio Negro. Ela não correu hoje, aliás, por causa disso, estava repousando a perna pela corrida de ontem. Amanhã saberei se eu deveria ter feito o mesmo (até agora, tudo em ordem com a musculatura e ossatura);
  • Das quatro últimas edições, essa foi a que teve a medalha menor (contenção de despeza ou estilo mesmo?) e justamente a edição da corrida comemorativa dos 40 anos da Rede Amazônica. Estranho…
  • Continuo dizendo que essa é, de todas, a corrida de rua mais especial para mim, já que foi a primeira nessa modalidade em que participei, então, nem a São Silvestre me marcou mais do que a Archer Pinto. Que venha a de 2013!


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