São absolutamente confortáveis.

Tiveram o boom nos anos 80.

Tenho uma modelo Joe Satriani (JS1000, eu acho – até o nome delas é em código, sinistro!).

O Jake E. Lee, guitarrista do Ozzy, apareceu com uma (meu primo Marcelo Augusto tem uma igual a dele) e acho que foi isso que fez o mundo ver que aquela marca existia, se tinha tradição antes, eu nunca soube. Logo depois apareceu o Joe Satriani, o Frank Gambale e o Steve Vai (as inesquecíveis Jem 777, que tinham o corpo vazado, como que formando uma alça para segurar), cada um com o seu modelo, e a marca subiu.

Fizeram os corpos mais finos, as “Saber”.

Só tem um problema: São guitarras absolutamente sem personalidade, sem identidade, sem som característico. Tipo, me parecem guitarras pra “tocar na noite”, pois o cara pode tocar horas a fio e a coluna não apita com o peso…

Não que sejam ruins, apenas não tem um som próprio. Cada modelo tem um som totalmente diferente. Já me disseram que pareciam guitarras de brinquedo, todas frageizinhas, fininhas. Realmente, o braço é fininho, acho que foram feitas pra mulheres e crianças tocarem.

Em uma vídeo aula que tenho aqui, o instrutor diz: As Ibanez são ótimas pra usar com efeitos, pois o som é fraquinho, mas pra som limpo, corra delas! Concordo com ele.

Bem, o que tem de ruim no som tem de confortáveis, nesse item, realmente são 10! Melhor do que qualquer outra que eu tenha aqui.


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