Eram guitarras top de linha, e caras.
Rivalizavam, em qualidade e confiabilidade, com as Gibson e as Fender.
O corpo é grande. De gosto pessoal e duvidoso.
Som realmente matador, eram usadas por Van Halen e chegou a haver uma versão do Ritchie Sambora;

Para elas foi desenvolvido o sistema de trêmolo “Floyd Rose” que, como me explicou meu primo George Emílio na época, oitavava a nota, Era isso mesmo, não era um simples vibrato, mas um megavibrato que, pelo que lembro, dava era umas duas oitavas e, prometia, não desafiava as cordas quando voltava à posição de equilíbrio. Tal sistema Floyd Rose depois foi incorporado em outras marcas e algumas guitarras, como as Ivanezm desenvolveram cópia do sistema (só etiquetando como “Under License of Floyd Rose System”.
As Kramer fabricadas nos 80’s se transformaram em objeto de desejo. A Gibson comprou a fábrica mas, dizem, com o único intento de neutralizar concorrente.
Uns colegas meus as tinham: Eduardo Moreno (tinha duas), Dalton Cabral e Binho.
Não tenho uma e, junto com a Jackson, é meu sonho de consumo, um dia comprar uma dessas vintage, modelo Baretta, dos 80´s.
Elas ainda são fabricadas; mas não são, pelo que dizem, nem sobra do que um dia foram.

 

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