Sou um adepto de limpeza e pacificação radical das cidades, erradicação da violência através da eliminação de delinquentes perigosos. Morte, sumária e simples. (Isso é ima OPINIÃO, e não uma incitação)

Quando digo isso a qualquer pessoa, me vêm logo com o mantra: “Não se combate violência assim! O crime é uma consequência! Só se combate tal estado com educação, investindo no jovem, para que não delinqua amanhã, bla bla bla”… – Aqui o discurso é: Não se pode combater a consequência, mas sim cuidar desde a causa.

Tá.

Mas… quando se trata do acesso ao ensino público superior, o discurso muda: “Não adianta tratar da causa (ensino de base), então, que se trate da consequência (estabeleça-se quota para os que não conseguem as mesmas notas de determinadas pessoas)”.

Peraê…, num caso, deve-se consertar a causa e, no outro, a consequência?

 

Se o ensino de base não funciona, conseguir com que os menos instruídos tenham acesso às vagas de ensino superior sem o mesmo crivo que qualquer pessoa é legitimar, aceitar e perdoar um Estado incompetente quanto à formação inicial do cidadão.

Pior é que o STF não demorou a, de novo, beijar a mão do Príncipe, chancelando tal descalabro.

Bem, continue-se fingindo que existe educação, já que no futuro se terá a quota para os menos aquinhoados de conhecimento, mesmo. Beleza, Brasil!

Aos que se achem legitimados a entrar em alguma quota, que tal alguma coerência: Aceitam ter tal acesso impresso em seu diploma? Ou vai acha que é alguma discriminação?


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