Estávamos em uma época pré-computador pessoal, então, o máximo de tecnologia que podemos ter era…

  • Em 1983 explodia o lançamento da Casio, o Data Bank. Era um relógio com … agenda de telefones! E com uma memória incrível: 50 números! Yesss! Sim, eu tinha um.
  • Em 1981 a moda eram os telefones sem fio, não havia uma casa de peo menos classe média que não tivesse um “wireless” ou um “cordless” da Cobra, Sanyo, Sano, Sony ou Toshiba;
  • Surgiu aqui pela Zona Franca umas calculadoras da espessura de um cartão de crédito. Quase todos tinham uma na carteira; Aliás, cheguei a ter uma caneta calculadora, isso mesmo! (Bem logo deu defeito…);
  • Em 1985 surgiram TVs de cristal líquido, como já comentei em outro post;
  • Tínhamos walkie talkies, que comprávamos aos pares. Hoje são bugingangas chinesas, mas em 1982 era o que havia de divertido. Funcionavam bem… nos primeiros oito metros, depois não transmitia mais nada;
  • Secretária Eletrônica era de lei, fosse com uma ou duas fitas;
  • Se chovesse dinheiro, em 1981, tínhamos um walkman, que na época ainda chamávamos “hetfone”, sim, era assim a corruptela da pronúncia de “head phone”;
  • Vitrolinhas e tv para carro eu já me referi e posts anteriores;
  • Só no começo dos 80´s chegariam as máquinas automáticas de fotografia;
  • Bombaram por aqui os tabuleiros de xadrez eletrônicos. Em cada casa do tabuleiro avia um furinho e, som toda peça, algo que encaixava nos furinhos, se jogava apertando a peça pra baixo, as luzinhas em volta o tabuleiro indicava a jogada da máquina;
  • Na copa de 1986, se vendeu generalizadamente os rádios de orelinha;

Até que, lá por início de 1986, os computadores começavam a invadir as casas, e o interesse foi canalizado para essas maquinazinhas, além dos videogames.

 

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