Você não tem o direito de “não gostar” de direito civil.
Sabemos que, para a ciência jurídica, o direito constitucional está no topo de importância da estrutura de nosso estudo.
Mas me refiro à pessoa humana. Direito Constitucional? Muito longe, lá no alto…
Direito Penal? Costumo dizer a meus alunos que se deve aprender muito sobre… para nunca precisarmos dele para nós (só para nossos clientes), ou seja, quanto mais distante ficarmos do direito penal para nossas vidas, melhor.
Agora, qual ramo do direito nos regula antes do nascimento e a até após a vida, não importando se pagamos ou não tributos, se sabemos ou não como funciona o Estado o sequer se trabalhamos ou não? O Direito Civil, Óbvio!
Digo isso com muita tranquilidade, pois ministro aula de outras disciplinas, tenho até livros sobre outros ramos do direito (empresarial, consumidor e processo); aliás, como eu também costumo dizer em sala, sequer é o direito civil minha maior paixão na área – o ramo que mais gosto é o Empresarial.
Isso tudo me permite dizer que o direito civil é o mais presente e importante em nossas vidas, sem qualquer resquício de tendência. Desde as aulas de Civil I já escuto perguntas sobre família e sucessões, quando toco em casamento e união estável, então, um terço da sala tem perguntas sobre! É a prova de que não se pode separar o direito civil da própria vida; já se disse (Miguel Reale) que o Código Civil é a “Constituição das pessoas comuns”.
Então, seja como estudante ou “simples” ser humano, aprenda-o!


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