Embora eu não seja um aficionado por canetas, vez ou outra me torno fã de alguma. É o caso da Parker 51.

Certa vez ouvi falar, no programa “flash”, do Amaury Júnior, sobre uma Parker 51. Ficou nisso mesmo.

Fui procurar na internet sobre essa tal caneta, vi que era um modelo que mais vendeu na modalidade tinteiro, e que saiu de linha em 1981. Até aí, a curiosidade aflorou.

O gatilho da atração surgiu quando lembrei que eu cheguei a ver, quando criança, pessoas usando essa caneta. Duas. Uma delas era o Altair, Guarda-Livros em uma de nossas empresas (lembro até de vê-lo carregando-a de tinta), outra foi o Danilo, do setor de pagamento. Eu era muito criança, era 1980 – eu não podia imaginar que aquela era uma dessas “Parker 51” tão famosa.

São valiosas por, além da qualidade, terem saído de linha em 1981.

Saí procurando no mercado livre, encontrei de todos os preços, de três mil reais a 160. Isso porque existiram uma infinidade de modelos e de acabamentos.

Encontrei uma sem uso, raríssima, americana, por 250. Comprei na hora. Dei um lance em outra, de 160,00. E ainda comprei uma réplica, de 35,00.

Estou usando-a já há uns dias. Posso dizer que fiquei maravilhado, embora reconheça que não há nada nela que chame a atenção. Aos olhos de um leigo aquilo é apenas mais uma caneta, e antiga (pra não dizer “velha”) – embora minha namorada a tenha achado bonita quando viu. Mas, para os iniciados, sabem que aquilo é uma Parker 51.

Hoje postei minha experiência com a Parker 51, em outro post escrevo sobre a história e características dessa tão conhecida peça.

O slogan era bem modesto:      “A caneta mais desejada do mundo”.

 

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