Nem sempre as ruas de Manaus foram fatiadas, loteadas e “alugadas” por flanelinhas.

Nos anos 80, havia o “Estar”, pagávamos ao Município (sim,  ao Município, não ao flanelinha!) para estacionar no centro e outros locais da cidade.

Nossos pais adquiriam um talão (sim, o estacionamento era pré-pago) e o mantinha no carro.

Ao estacionar, se colocava uma das folhas preenchidas na parte de trás do retrovisor, visível a marcação por fora do carro.

Na folhinha, se preenchia a placa, horário e tempo de estacionamento que era de, no máximo, duas horas (depois, se teria que colocar nova folhinha no retrovisor!).

Um agente do município passava para fiscalizar.

Pois é, como se vê, nem sempre Manaus foi terra-sem-lei.

Tal sistema já bem poderia ter sito reimplantado (até existe o projeto, uma tal de “Zona Azul” parece…).

O que falta? Me faz pensar se não há algum esquema com os flanelinhas para com os competentes pelo ordenamento das vias públicas.

Não, não gosto de flanelinhas; penso que deveriam ser tratados como escrevi em meu livro “Nivi” (2010).

 

Por volta de 1988, o sistema “Estar” foi abolido.


comments (2)

  • Nossa!!! Manaus já foi civilizada. De tempos em tempos o cáos impera, mas o equilíbrio tende retornar, estamos em 2012 rsrsrs

  • Moro em Maringá-PR e é dessa forma que funciona aqui. E Maringá lembra muito Manaus nos anos 80. Isso, claro, me assusta porque conforme a cidade vai crescendo (hoje tem pouco mais de 300 mil habitantes) a bagunça vai se formando.

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