Aprendi a gostar das músicas dele através do meu pai, que o escutava no som RoadStar do seu Opala, enquanto íamos para a “Ponte da Bolívia” lá por 1983.
Só bem depois soube que Paulo Sérgio foi alguém que rivalizou com Roberto Carlos e que, inclusive, o disco “Inimitável” do Roberto é uma reação à ascenção de Paulo Sérgio.
Morreu de uma forma estranhíssima, em 1980, aos 36 anos.

Ao que lembro, ficava só no círculo Rio-São Paulo, o fato é que nunca esteve em Manaus (mas Manaus era algo longe, pequeno e insignificante naquela época).

Estranhamente, ao contrário de Raul Seixas, não virou mito, embora tenha tido grande sucesso em vida; talvez por ser cantor tido, já depois, como “brega”.

O fato é que ainda hoje escuto Paulo Sérgio. Abaixo tem uma das músicas que mais gosto dele e, depois, uma amostra de como era carismático.


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