Sou fanzaço de Raul Seixas. Até sou membro do seu fã-clube oficial, o “Raul Rock-Club” e o citei em uma das minhas músicas.

Mas não sou um dos fãs apenas do “Mito” não.

Comecei a gostar de Raul Seixas em 1983, através do musical “Pluct-Plact-Zum”, onde ele aparecia cantando a música (dele) “Carimbador Maluco”;

Tempos depois, no Ida Nelson, um colega nosso, Rogério Bacelar, era fã inveterado de Raul Seixas, e tínhamos um professor de Português, o grande Vilela, que, como parte das avaliações, nos dava a opção de declamarmos poesias em sala; pois bem, esse nosso colega só declamava letras do Raul; eu, que já gostava das melodias das músicas do Raul, passei a gostar das letras também.

Em 1988 comprei toda a discografia dele disponível, na época, para venda em Manaus, sendo que o que eu mais escutava era a coletânea “A Arte de Raul Seixas”, da Phillips.

O disco dele mais recente, então, era o “A Pedra do Gêneses”.

Um ano depois, em 1989, ele partia para cantar com John Lennon e conversar com Jim Morrison.

Enfim, uma das alegrias que tenho é dizer que me tornei fã do Raul com ele ainda em vida!



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