Dia desses estava eu escutando uma música da Cassiane, justo eu, alguém não-religioso. Mas a música era realmente legal! A 500 graus.

Minha consorte perguntou: “- Você? Ouvindo Cassiane?” – Só respondi que gostava da música.

Isso mesmo, gosto da MÚSICA, e música não tem crença. Gosto de várias músicas gospel (A “Pra valer a pena” do Cleber lucas é 10!!!).

E também gosto de várias músicas do Black Sabbath, como a “Born Again” (tem no disco em cuja capa é um… bebê diabo!), e a “Nativity in Black” é muito show! (Tem uma parte da letra assim “Meu nome é Lúcifer, tome minha mão!”).

Ronnie Von, nos anos 70, gravou umas odes a entidades de umbanda com roupagem pop, muito legal! (Leia “Cavaleiro de Aruanda, é alucinante!)

Moral da história: seja para divindade ou para o diabo, tem música boa e ruim dos dois lados. É óbvio que, se alguém é praticante de algum credo, a música fará com que se conecte melhor com o que acredita. É uma versão prática do ditado “Alguém encontra justamente o que foi buscar”. Se eu não busco/julgo a letra, não é a música que vai me levar para esse ou aquele lado.

Eu nunca – nunca – chequei dogma religioso para gostar de música, e espero continuar assim.

Amem.

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