No último sábado eu voltava de um restaurante na Rua Pará quando, olhando para o lado, vi um local iluminado lotado. Procurei do que se tratava e mal acreditei: era Domino’s; sim a Domino’s Pizza;
Não tivesse eu saído do restaurante, teria parado lá na hora.
Mas fui no outro dia.
Na segunda metade dos anos 90 havia Domino’s em Manaus; Na Ephigenio Salles, onde hoje é a Splash, em frente ao All Night Pub.
Eu era viciado naquela pizza. Sempre que voltava de noite pelo V8 parava lá na Domino’s e pedia uma de mussarela e voltava para casa comedo (escutando “Mesa de Bar” no rádio).
Depois que a Domino’s saiu de Manaus (triste, muito triste fato), a primeira coisa que eu fazia assim que saía de manas era procurar onde havia Domino’s e comer uma Mussarela inteira.
Independente da memória afetiva, a pizza da Domino’s tem algo espeial e único molho. Antigamente perguntei a um atendente e ele disse que o molho é Norte-Americano, não sendo preparado aqui. Deve ter algum mistério, como a fórmula da Coca Cola, talvez.
Dentre vãrias, peça a melhor de todas: A fina de mussarella (nada da “tradicional”, que é na espessura média ou da pan, mais grossa). Ẽ assim: experimente a fina, depois, se quiser experimento as outras.
Embora tenha mesas e cadeiras (poucas, aliás), o atendimento é sem frescura:  se pede no balcão e se pega quando a senha é chamada.
Alerta necessário: apesar de ser gostosa, continua sendo pizza, ou seja, você vai engordar, inchar e virar bola se come muito e sempre. E isso aconteceu comigo na versão anterior da Dominoś: inchei uns 4 quilos só dessas pizzas.

Isso não é patrocinado, tanto que nem sei o nome da rua, é naquela que corta a João Valério, duas antes da do McDonald’s.

Bem vinda Domino’s. E, dessa vez, não vá.

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