Essa lenda é realmente sinistra.

Nos convencíamos de que era mentira, mas mesmo assim ficávamos com medo.
Dizia a lenda que havia uma garota enterrada sob a mangueira que ficava bem no meio do pátio do lado infantil do colégio.
A coisa toda fica ainda mais sinistra quando sabíamos que o passado do colégio era, no mínimo, curioso: começou como um orfanato (logo, já iniciou comportando crianças) e tudo foi destruído por um incêndio!
Teriam sepultado a o corpo de uma criança lá e, sobre ele, plantado uma muda de mangueira. Pior é que o tamanho da árvore correspondia ao tempo em que supostamente o fato teria ocorrido (final dos anos 40).
Os dados oficiais dizem que não houve vítimas, mas a dúvida sempre habitou nossas mentes.
O fato de ter sido um orfanado “confirma” a tese da existência de crianças no local, e o fato do incêndio, então, corrobora a possibilidade de ter havido mortes, ainda que não conhecidas oficialmente.
Essa lenda era moda entre 80 e 82; alguns colegas sequer queriam comer as mangas que caíam dessa mangueira; e outros diziam ter visto uma menina sem farda sozinha no balanço, o que nos deixava petrificados.

Você, chegou a ouvir essa história?

Já escrevi sobre o quadro que nos olhava, depois tratei sobre a lenda do esqueleto do laboratório, hoje escrevo sobre a menina enterrada; na próxima sexta, véspera de nosso encontro do IBIN, escreverei sobre a última das lendas.

comments (0)

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>