Na TV era chamado “Dr. Phelippe”, assim vou me referir a ele.

Minha geração , e a anterior à minha também, se acostumou à figura do Dr. Phelippe – um dos emblemas do Estado.

Era um desbravador – Levou a TV amazonense e brasileira onde não havia ainda, como Porto Velho e Boa vista, já pegava sinal dos nossos países hermanos, mas não de TV brasileira!

Manteve-se firme – As outras TVs, ao longo das décadas, trocaram de nome, de dono, mas a TV Amazonas sempre esteve lá, sempre aumentando mas jamais mudando a alma, desde quando surgiu sempre teve nome e rosto à frente.

Para ser líder, não precisa ser chefe – o Dr. Phelippe se tornou um ícone de liderança até para os que não eram seus subordinados. Era, digo, É, um símbolo, já era mito ainda em vida. Qual empresário ou comunicador não o tinha como referência?

Não há idade para o trabalho – Dr. Phelippe morreu em plena atividade, ás vésperas do infarto eu o vi no corredor da TV, perto de sua sala. Até o último minuto em que pode trabalhar, lá estava.

Foi um bom patrão – Embora eu só ouvisse falar que ele era firma, eu estive na TV no dia seguinte à sua morte; pude notar tanta tristeza naqueles funcionários que quase podíamos tocar o ar, de tão pesado, sinal de que era estimado pelos colaboradores, parecia que cada um daqueles do prédio havia perdido u. Espero que nas minhas empresas eu possa ter essas duas virtudes: firmeza e estima.

 

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