Hoje, exatamente no “Dia do Blog”, o EvangeBlog completa 5 anos. Ele, pelo simples fato de existir, me traz boas lembranças, já que naquele ano de 2011 eu estava em um momento extremamente feliz, tudo estava funcionando bem, e eu achava que tinha atingido a realização.

Eu estava em tanta profusão do que escrever que meus livros já não davam vazão, precisei de uma saída útil para que não estivesse condenado a engavetar tudo o quanto eu escrevia – assim nasceu o EvangeBlog.

Não contei para ninguém, a não ser minha namorada da época, o nome “EvangeBlog” me veio à mente enquanto estava na academia em um domingo de manhã.

Escrevi quase um mês de posts para, quando fosse lançado, o leitor já tivesse muito o que ler.

Só depois do blog já publicado é que deixei os domingos para as postagens nostálgicas, a princípio, teria divisões, mas nada fora pensado quanto a dia específico para algum tipo de post.

Já estou na fase em que leio os posts e posso lembrar até do estado mental e emocional em que eu estava enquanto escrevia, quase posso ver e sentir o local onde os escrevi.

Até o terceiro ano, tinha a obcessão de escrever todos os dias, eu já era disciplinado para escrever, devido a ser escritor mesmo, mas demorei a me acostumar a postar (e não somente a “escrever”) todo dia. Depois passei a ficar mais espaçado e, nesse penúltimo ano, já fiquei semanas sem escrever – lendo como mero leitor, literalmente. Engraçado que voltei a escrever com regularidade, mas não mais me sinto em qualquer obrigação disso, apenas tenho vontade de escrever, tanto que já nem tenho posts pré-escritos guardados – Sim, houve época em que eu escrevia uns quatro posts de uma vez, em bloco, para ir publicando dia a dia.

Fiquei muito congratulado em ver que, ainda que eu não escrevesse, as visitas continuavam constantes. Imagino, afinal, que aqui e ali haja alguém que se acostumou a me ler e, de alguma forma, habito algum lugar nas suas histórias diárias.

Aqui escrevi enquanto passei os piores momento dessa minha vidinha, digitei a dor de corno e a vontade de sumir.

Quanto atingí cem mil visualizações (hoje já são mais de um milhão), escrevi e publiquei a obra “Manual do Blogueiro”, para dar aos iniciantes blogueiros (ou veteranos perdidos) não ensinamento, mas compartilhamento de experiência que eu adquiri, já que não havia nem dez livros sobre o tema, quando iniciei.

Há dois anos não muda o leiaute, finalmente, mas já teve seis aparências e quatro logomarcas – o espírito do conteúdo nunca mudou.

Desde ano passado iniciei o “É isso!”, canal do YouTube que, semana passada, chegou aos mil inscritos.

Definitivamente descobri que dinheiro não pode ser o motor da expressão no ciberespaço, senão o blog já teria parado há anos, e que ser lido e assistido pode trazer mais recompensa do que qualquer outra coisa.

Obrigado por esses cinco anos me lendo, parabéns para mim, um abraço a você.

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