Já vi outras Saraivas Megastore pelo país: a daqui de Manaus é a maior e melhor, acredite – chegou em 2008, junto com o Manauara Shopping.

O primeiro setor é o do lado direito, assim que se entra: futilidades bem legais, coisas que pensamos “quero ser rico logo para ter tempo de ler isso aqui”, porque são livros sobre nada importante, mas muito legais. Logo ao lado ficam os livros de música, as biografias lá sempre são show, aliás, podem pensar o contrário, mas é muito claro para mim que a Saraiva É uma livraria Rock e Pop, e não jurídica como se possa pensar.

O segundo setor interessante é o dos livros de direito, dispensando apresentações, é bom o jurista ter dinheiro para subir ali, pois dá vontade de siar comprando tudo, muita coisa boa mesmo. E eles agem como traficantes de droga: viciam você, todo ano edição novas daqueles livros, e lá vai você torrar dinheiro para tê-lo sem nem ter terminado de ler o do ano anterior.

ao lado d Direito, aqueles livros de administração, se lidos, tornariam qualquer pessoa um CEO de primeira, como empolgam, você sai pegando. Se for Nerd, bem ao lado ficam os livros sobre matemática e física, comprei um monte de bagulhos lá para e acostumar aos números.

Dobrando a esquerda lá em cima tem uma carreira de livros de informática. Quando eu comecei esse blog em 2011, comprei uns três livros lá, depois de pesquisar muito (estavam bem espalhados, quase que como em um sebo). A última parte interessante lá do mezanino é o de idiomas, vai lá ver: só livros shows que dão a impressão que se tivermos uns três deles ficamos fluentes em qualquer língua.

Aí descemos a escada.

Logo avistamos a seção que menos gosto, embora bem completa: a das revistas, de legal só a capa da Rolling Stone que sempre fica lá em cima, nos fazendo sair por um momento de nossa realidade.

Aí começa quase que outra loja: A parte dos CDS, é a própria “Bemol dos anos 90” na década de 2010: muitos CDs legais, poucos, mas  bem legais, edição novas de clássicos e últimos lançamentos (minhas últimas aquisições lá foram uns antológicos do Iron Maiden e um de jazz, mas lá comprei a discografia reeditada dos Beatles e uns dos Rolling Stones, e ainda lembro que me tornei fã do The Who quando comprei o “Tommy” lá no final de 2008.

Na parte de trás fica o paraíso de quem dirige “”assistindo, digo, escutando, DVDs: filmes e séries, cara, é lá! Embora não tenha tudo o que procuramos, tem a vantagem de ter séries que não sabemos que existem e nos aficcionam depois de lermos as caixinhas.

Vou lá sempre. Entre 20 e 150 contos deixo lá por semana.

Tenho minhas restrições e “senãos” com essa loja, também: meus livros não estão à venda lá e já não mais existe a cafeteria que existia lá dentro e era um local absolutamente aprazível (agora é uma assistência técnica da Apple, vixe!)

Ah, as atendentes são interessantes. Bonitas, com um jeito atraente, parecem namoradinhas mesmo. Sim, já tive umas paixonites fulminantes (daquelas que duram dois dias) por umas três moças lá. Não vá lá carente, aquelas adoráveis atendentes lhe deixarão com cara de leso sorridente.

Sim, é muito legal.

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