Nesse domingo, pela primeira vez, ouvi o “SuperStar” (“ouvi” porque estava na tv do carro). Bandas bem legais, com som perfeito demais para apresentações ao vivo. Aqueles caras das mesas de som  são sobrehumanos para deixar aquele som ao vivo cristalino e perfeito como no CD; e aquelas bandas estão no estado de excelência em ensaio, pois o som parece gravado em Abbey Road.

Concluí umas coisas que faço questão de registrar aqui.

1 – O que a banda Tereza estava fazendo lá? Essa banda teve relativo sucesso lá por 2014 com a música “Sundown” (ou foi em 2013?). A assisti no Programa Livre, escuto a música deles enquanto corro, o Clip tem quase meio milhões de views e mais de cinco mil likes. Posso estar errado, mas parece que o SuperStar é justamente para bandas que não atingiram a visibilidade e sucesso da Tereza, então, o que ela foi fazer lá? Pior é que os jurados não foram generosos com a banda, sequer subiu a cortina lá, e até onde assisti, ficaram em último lugar em pontuação da votação, ou seja: tal exposição, penso, não fez bem à banda.

2 – A jurada Daniela Mercury disse uma frase que devia estar em um panteão dos lutadores e nunca vou esquecer: ” – A minha carreira foi feita com ‘nãos’!”

3 – Conheci um gênero que eu ainda não havia ouvido falar: “Indie Pop”. A banda “Plutão Já Foi Planeta”, que apresentou uma música muito legal, autoral, teve rotulada (não sei se pela própria banda ou de fonte externa) sua música: “Indie Pop”, seja lá o que for isso, mas que era legal, era. Quando eu fizer alguma música meio maluca e não conseguir enquadrá-la em gênero algum, vou dizer que é “Indie Pop” também.

4 – A Sandy disse algo interessante (não sei se com essas palavras): “É meio difícil vermos algo legal assim no mainstream”. Hum… “mainstream” (algo como “tela principal”) é justamente o que está em voga no momento, o que está em maior visibilidade. Ao dizer essa frase, ela foi direto ao ponto: atualmente não há coisas tão legais. Se foi consciente ou um erro, não sei, mas a frase me deixou pensativo mesmo.

5 – E algo, que achei meio bizarro, era a alternância do SuperStar um programa de entretenimento, com a cobertura da votação do Impeachment – assim, como se a coisa fosse da risada ao sério em um simples ‘swich”. Estranho…

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