Acabei de dar uma pausa na escrita do “Processo Civil tranquilão!”.

É assim que a coisa me vem:

Sempre que vou escrever algo sobre um assunto, devoro o que h[a de lei sobre esse assunto – faço um brainsthorming reverso, tando informação pra dentro da caixola;

Depois esqueço e deixo o inconsciente agir. Dá até pra sentir a mente trabalhando sozinha…

Voluntária ou involuntariamente, começo a fazer associações dentre as informações, percebo conexões mesmo onde não sãi, a princípio claras.

Consigo encontrar padrões, alguns óbvios, acho até que o legislador os encontrou ou os criou; outros não tão óbvios (que ficam óbvio depois que alguém o lê no meu livro e passa   achar, daí “óbvio”);

Tenho a habilidade – não sei se é minha ou se todos a tem – de transformar em abstração gráfica qualquer coisa que eu leio. Eu só preciso lembrar dos desenhos que ficam me surgindo nas leituras da lei, e passá-los para o papek.

Então, aquela informação que um dia eu absorvi erssurge, apliada, facilitada, organizada e sistematizada, gerando um produto novo ainda que a prtir de informações colhidas.

Isso pronto, passo para amarrar as ideias, ligar e concatenar os capítulos. Por último, crio os desenhos.

Tenho seguido esse processo ao longo de sete livros de direito (porque os demais são de assuntos outros. E tem funcionado.

Essa capa já foi descartada. Mas ao menos a uso para ilustrar esse post :-)
Essa capa já foi descartada. Mas ao menos a uso para ilustrar esse post 🙂

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