Vim almoçar aqui no Mercado 153 no Manauara. NA mesa da frente está um locutor de rádio que eu gosto muito, logo me veio a ideia de escrever esse post (que tem mais cara de post de domingo, pela nostalgia).

Minha lembrança por esses locutores são por eu escutar seus programas em grandes momentos vividos, aí associei seus programas a esses momentos.

Waldir Correa – Era o locutor das manhãs da difusora (acho que ainda é, mas não tenho escutado mais). A voz e estilo dele é inconfundível, parece que fala para a dona de casa, para o pai de família; lembro bem de eu criança em casa com um radinho de pilha onde alguém o escutava;

Franciso Hélio “O bom filho da mãe” – Acho que é esse o nome dele, era o locutor da “Rádio Brega”, a Rádio “A Crítica”; seus bordões ecoam até hoje na minha lembrança;

Bena lago – – Tem uma voz suave e apresentava programas tão suaves quanto, lá pelos anos 2000, quando eu escutava rádio vez em quando;

Sky Rodrigues – Gosto dela porque lembro dela da época da Dix, quando ela era vocalista; e lá pela primeira metade dos anos 90 escutava vez em quando algum programa apresentado por ela;

Josué Filho – Tem a cara da Difusora, e tinha umas tiradas muito legais. Eu o escutava em 1992, quando meus pais iam me deixar no cursinho pré-vestibular Camões, e no caminho era o que escutávamos, por isso lembro bem daqueles momentos sempre que lembro da voz do Josué; gosto dele também porque eu travava altas discussões com meu avô João Freire m 1982, quando Josué

J. Aquino – “Carrapeta”, parecia meio malucão, lembra o whay do Youtube, e era essa loucura que o tornava único, não tinha papas na língua;

Humberto Amorim – Era o locutor que eu escutava com meu pai dentro do carro nos sábados de tarde, quando saíamos para ir comprar besteiras ou ir levar carro em oficina. Tinha um programa dele, onde ele sempre diza alguma reflexão, cujo fundo musical era uma música de piano muito legal, que não sei o nome mas lembro de cada nota; sempre qu eo vejo por aí (e é ele que está aqui na mesa na minha frente, lembro dessas tardes de sábado). Sei que ele tem um programa de Jazz, que já escutei umas três vezes;

Joaquim Marinho – Gosto muito do Joaquim Marinho, sou fã dele independente do que esteja apresentado. Seu auge no rádio era quando tinha dois programas na Novidade FM, um nos intervalos do almoço dos dias da semana, e outro aos domingos. Ambos nos anos 90. Na época pré-CBN, eu escutava muito a novidade FM, e gostava dos programas do Joaquim Marinho poque ele os recheava com opinião bem contundentes sobre tudo;

Ney Amazonas – Eu ligo seu nome aos programas “Um toque de bar”, e “Mesa de Bar”, ele apresentou os dois programas. pense em um programa de personalidade! Eram essas, ainda hoje lembro das músicas bem peculiares, de MPB e regioanais que não eram “toada de boi”;

Fernando Araújo – Tinha uma programa chamado “Speed Back” que passava sábado à noite sobre músicas dos anos 80. Um programa certo do dia e momento certo. Tinha a voz fora do padrão-rádio-standard, e é o único desse post que nunca vi o rosto e não o reconheceria se o visse ao vivo;

E, pra terminar, meu amigo Germano Andrade. Em sua curta vida no rádio, ao menos aqui em Manaus, ele tinha um programa que eu simplesmente não perda um sequer: era o XKpiPTROCK, que passava aos sábados à noite após o programa de música dos anos 80. Era um programa com música pesadas, absolutamente perfeito, acho que um dos melhores programas de rádio que tivemos aqui, e do qual tenho juita saudade, até porque tocava sempre na hora em que ue estava saindo de casa para ir a alguma diversão de sábado a noite. Era a triha sonora.

rdddio

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