Era cinco da manhã nesse domingo quando acordei pra aprontar os equipamentos que levaria para o ESP Estúdio. É do Ed, fundador da banda Stone Ramos, mas que já conhecia, sem saber, há uns 20 anos, pois já formou com meu primo Fabrício Moreira, nos anos 90, uma banda chamada “Cachorro Tosco”.

Compus a música em outubro de 2013. Era originalmente para minha webrádio (a EvangeRádio, que ainda não entrou no ar), mas logo mudei de ideia para que fosse para o canal do youtube. A primeira linha da letra original era “Direto do blog em alto e bom som”, e ficou “Direto do blog com imagem e som.” – Até um minuto antes da gravação do vocal eu ainda estava mexendo na letra.

A pista-guia já havia sido enviada por mim desde sábado. 168 compassos, 170 BPMs.

Tudo montado, hora de começar os trabalho.

Primeiro foi a bateria. Passamosmais de umaora timbrando. 11 microfones, não havia visto uma bateria tão microfonada ainda. Gravei uns 9 takes até ter um que achasse que estava minimamente bem.

Gravamos o baixo – usei meu Rickenbacker de guerra. Só hoje notei que a cor dele está escurecendo, nesses 19 anos. Ele era amarelo claro e está ficando laranja. As cordas estavam meio que com ferrugem, mais de 10 anos. Gravei assim mesmo e posso dizer: o timbre continua maravilhoso. Rickenbacker é Rickenbacker.

Fui gravar a guitarra e a desilusão: recentemente trouxe minha Fender para reinstalação de toda a parte elétrica em uma tune-up: adivinha: simplesmente dois dos três captadores não estavam funcionado, mau contato! Resultado: Gravei as pistas da guitarra usando uma Fender Squire do estúdio, e simplesmente não gosto de tocar em nada alheio. Os solos estão dobrados: o Ed me fez tocar cada solo duas vezes, uma sobre a outra, para ficar com efeito estéreo. Já era difícil tocar cada solo perfeitinho na nota e tempo, imagine depois ter que gravar de novo sobre o solo anterior…

Gravamos as vozes – depois de tudo gravado, achei a voz horrível, deletamos e gravamos de novo. Atendendo a pedido meu, gravamos com microfome direciona mesmo, nada daquelas microfones condensadores de estúdio.
gravei duas vozes – a principal e o backing. Deu um trabalho pra mixar, pois a segunda voz era a que fazia o segundo refrão, o que fez o Ed mexer no volume dinâmico na mixagem.

Gravei a flauta – é um solinho bem rápido, e só gravei uma frase, fizemos loops e já estava pronto.

O violino, dispensei de última hora, achei – e tinha razão – deixaria tudo embolado, pois concorreria na mesma faixa de frequência de uns três instrumentos.

O piano veio depois, mas não encontramos o som de piano no controlador: toquei usando som de cravo – só ouvi o som de piano na mixagem.
Como tínhamos deletado a voz, regravei – já era 11:30; mas agora envolvido pela “cama” de tudo gravado.

Era 11:50 quando terminamos de gravar.
Fui na expectativa de ver aquilo finalizado. Exausto.

De noite o Ed me passou o primeiro mix, fiz as observações, depois ele me mostrou o resultado final: estupendo!

Aqui está ela, É isso!

 

É isso!

Direto do blog, com imagem e som
Você gruda na tela e nosso som não sai do tom
Aqui tem direito, anos 80, opinião, era 60 e 70
       É isso! É isso! 
       Assista e curta, favorite “É isso!”
A click tão perto, aprender a explicar
Nosso link é direto
Razão, emoção; nosso papo vai rolar!
       É isso! É isso! 
       Assista e curta, favorite “É isso!”
 

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