“Glam-rock”, uma corruptela linguística para “Glamorous Rock” foi uma estética que assolou a música pop desde meados dos 70’s até início dos 90’s.

Na frente musical, o som ficou “pasteurizado”, com uso excessivo de compressores, dinâmica reta, excesso de som digital-metalizado até no que tange a instrumentos acústicos.

Na frente visual, temos a predominância do andrógino: maquiagem, laquê, cabelo grande, lisos ou cuidadosamente despenteados;

Palco excessivamente enfeitados, com enfeites até nos instrumentos. A predominância da teatralidade nas apresentações e incremento do foco no impacto visual.

Até lá pelo início dos anos 80, o “Glam Rock” era inerente a algumas bandas, era um segmento, mas lá por 83 a coisa tomou de assalto a música pop e rock em geral. Acredito que impulsionado pelo grande sucesso mundial da MTV, que passava a espalhar pelo mundo a ideia definitiva de que imagem era tão (em algum momento, talvez mais) importante que o sim.

Entre 1984 e 1989 quase toda (99% delas) aderiram ao “glam rock”, porque saiu da “moda” e entrou no “inconsciente coletivo”. Assim como toda  banda em 1967 gravou algo psicodélico até sem perceber, e por volta de 1978 gravaram alguma coisa “disco”, aderiam ao glam-rock na segunda metade dos 80.

Até Ozzy cantava de vestidinho e com pano de cetim no microfone! Vixe.

Que diabéisso meirmão?
Que diabéisso meirmão?

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