Não se trata do jogo de baralho com o mesmo nome, é outro bem diferente.

Tomei contato com esse jogo em 1989, no Ida Nelson, a turma ue estava duas séries à frente da minha costumava jogá-lo. Era um jogo de letras e palavras, envolvia raciocínio e argúcia: “Biriba”, esse era o nome do jogo.

O objetivo do jogo era ir formando palavra letra a letra, mas impedindo que a última letra caísse em você.
isso significava que se precisava esticar a palavra o máxio que pudesse, o mesmo tempo em que se pensasse a letra ara que a palavra terminasse no próximo jogador.

Cada um falava a uma letra.
Então era algo como:
O primeiro jogador lançava: “C”!…
O próximo: “A”…
O seguinte: “R”…
O seguinte: “R!”

Pronto, tudo estava armado para que o próximo perdesse, pois formaria a palavra “CARRO” – mas como ele é astuto, ele alonga a palavra, para “Carroça”, e manda um “Ç”. O próximo da lista ainda tetaria enrolar o grupo, tascando um “E”.

Enão, qualquer do grupo poderia impugnar a palavr apensada por um jogador, gritando “Te impugno!” (que, na p´ratica, falávamos “Te ´impuguíno´!”. Ele teria que dizer a palavra.Se ela existisse mesmo, quem impugnou perderia, se não existisse, ele perderia.

É provável que alguém gritasse, no nosso jogo “Te impugno!”
– Eu ia formar “Carroceria!”, ora!
– Carroceria é com “C” e já tem um “´C´ com o cedilha aí. Perdeu” – Ele ele teria perdido mesmo.

Assim como o Pôker, misturava sorte e estratégia, talvez por isso a cada fim de jogo, sempre começávamos a próxima rodada rapidinho.

sarvala

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