Você sabe que fogo queima. Sentiu isso na própria pele (literalmente) um dia, ou alguém lhe contou, viu em algum lugar etc e, ciente disso, nunca se arvorou a colocar voluntariamente a mão no fogo.

Com elevadores, ocorre algo meio parecido (“meio” de “metade”, mesmo): sabemos as regras, mas ainda assim alguns abigobaldos (ou nós, por vezes) não às seguimos.

É simples:

1 – Entrou no elevador, e não tem alguém entrando logo depois, feche imediatamente a porta! Outros andares estão esperando esse mesmo elevador. Cada segundo de sua gentileza é o segundo de espera a mais para quem está ansiosamente em busca do elevador;

2 – Se está a caminho do elevador, alguém está dentro dele e a porta está fechando, deixe-o ir! A antipatia será o preço de sua pressa. E, por favor, não faça como cérebros-de-alface que gritam “segura! Segura!” – O elevador não vai sair dos eixos, e depois ele volta para onde está!

3 – Se você ´ouvir´ algum cérebro-de-alface gritando “segura! segura!”, é apenas fruto da sua imaginação, na verdade você deve apertar o botão de fechar a porta;

4 – Não é só quebrar espelho que gera sete anos de azar: colocar a mão na porta do elevador quando a porta está fechando, para adentrá-lo, também;

5 – Quando adentrar ao elevador calcule: quem sai depois fica atrás, quem sai antes, na frente. É simples, mas cérebros de ar não entendem;

6 – Se você acha que cabe mais um, esse “um” sendo você, ainda que todos fiquem apertados no elevador, você é idiota;

7 – Guarde o espirro e outras escatologias para quando sair do elevador, a qualquer custo.

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