Sou muito legal falando para plateia, câmera, escrevendo ou teclando ; mas, em relacionamento individual, sou extremamente fechado, lacônico, antissocial mesmo; algo como timidez interpessoal patológica.

Pouco falo, conto os segundos para terminar a conversa. É por isso que só ando olhando pra frente e bem rápido, isso impede que venham conversar comigo (ainda mais se for consulta, sai!).]Entro no elevador e fico feliz quando não entra alguém junto; fico chateado quando pedem para segurar a porta ou alguém coloca a mão para a porta reabrir.

As oportunidades onde fico magicamente afável é quando se referem a algum dos meus livros, comigo 🙂 ;

Não é a toa que sempre gostei de tocar em bandas com três pessoas: menos pessoas para conviver nos ensaios. E eu não era fácil, pergunte a qualquer um dos que tocaram comigo.

Quando fui gravar a música “Anne”, gravei todos os instrumentos da faixa, assim não precisava ficar conversando com outros músicos para gravar.

Realmente admiro aquelas pessoas que conseguem ser magneticamente cativantes quando conversamos com elas; sei que alguns já nascem assim, mas acredito que tal qualidade, ou ao menos algo dela, pode ser desenvolvido.

Bem, o primeiro passo para sair dessa antipatia em pessoa eu já dei: admitir o defeito.

Tudo faço e farei (e que esse post seja o registro do compromisso) para me tornar em breve a mais simpáticas das criaturas.

 

cat-cr_fech

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